Foi em menos de nada que devorei o livro “Dieta das Princesas“. Um livro simples e prático com dicas muito úteis para quem, como a autora, pretende mudar os seus hábitos alimentares e de vida e dedicar-se a algo mais saudável.

A história da luta da autora pela perda de peso e regresso do amor-próprio é bonita e importante, e recomendo que leiam para perceberem que há muito mais a ter encontro nesta demanda. Mas, para quem quer ir directo ao assunto, aqui ficam as dicas do livro que considerei mais relevantes
Citações:
Escolha um dia para começar e comece mesmo. Não há dias ideais para começar, mas todos serão óptimos. 
 
Ir tirando de casa os alimentos mais fáceis de consumir nos momentos complicados. Não é preciso limpar as gavetas de um dia para o outro, não estamos em tempos de deitar comida fora, basta não voltar a comprar depois de acabar o pacote de bolachas ou batatas fritas. 
 
Ande de lancheira atrás. Há sempre forma de transportar peças de fruta, cenouras cruas ou um ovo cozido. Se conseguir levar o almoço, melhor ainda. 
 
Faça uma lista de compras, cheia de coisas bonitas, saborosas e saudáveis, e garanta que tem sempre estes alimentos disponíveis. 
 
Comer de três em três horas não é teoria, é mesmo verdade. Ter fome, da verdadeira, é a pior coisa que pode acontecer neste processo, porque nos retira a capacidade de escolher o que vamos comer. 
 
As bebidas quentes dão uma sensação de saciedade.
 
Não é teoria que devemos beber muitos líquidos, muita água e muito chá (sem açúcar): limpa o organismo, acelera o processo de emagrecimento e hidrata a pele. 
 
Evite (só nos primeiros dias) ir aos sítios onde sabe que lhe vai custar muito não comer as coisas a que está habituado: cafés, restaurantes, casa de amigos à hora da refeição. 
 
O ideal será pesar-se uma vez por semana, sempre na mesma balança e com a mesma roupa. 
 
Beba cerca de dois litros de líquidos por dia: água, chá (chá três anos, chá verde, chá de gengibre) e tisana de maçã.
 
Faça o seu próprio muesli: misture vários cereais e frutos secos – aveia, quinoa, avelãs e umas lascas de coco seco ou pepitas de chocolates 100% cacau. 
 
Varie bastante os alimentos: novas frutas, novos legumes, traga algo que nunca provou do talho ou da peixaria, experimente novos temperos. 
 
Registe o seu percurso, nunca se esqueça de onde já esteve, onde está e para onde quer ir. Ter um diário, seja em formato de papel ou um documento no computador ou telemóvel ajuda muito. 
 
Escreva uma wish list, se não quiser escrever, pode fazer uma colagem cheia de imagens maravilhosas. Se prefere tecnologias, abra uma conta no Pinterest e crie um álbum para os seus desejos. 
 
Aquela ideia de olhar para fotografias de corpos fabulosos, ou mesmo de as colar na porta do frigorífico, como forma de motivar, resulta mas tem de ser alguém parecido consigo em termos de formas, caso contrário, é sonhar em vão. 
 
Aproveite para ver as coisas boas que estão a acontecer: a roupa que já não está apertada, a fome que já é controlável. Ouças os elogios, os dos outros e os seus. 
 
Torrar o pão não queima calorias. O pão, de preferência escuro e com sementes, deve ser comido fresco. A batata e o arroz não devem cozer demasiado e a massa deve ficar al dente, para que o índice glicémico seja menor. 
 
Equilíbrio não é fazer asneiras e pedir desculpa depois. Equilíbrio é nunca deixar de fazer as pequenas asneiras que nos mantêm longe dos grandes erros
 
Tenha orgulho e comemore cada vitória.
 
Escreva post-its e espalhe-os pela casa, no carro, no trabalho: desistir não é hipótese. Não é desistir da nova alimentação, não vale desistir de si. 
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