Não há nada melhor do que estar deitada na praia, ou sentada numa esplanada, a ler um bom livro. As horas parecem passar a correr, e poder divagar em histórias que não são as nossas é um prazer que tem de ser alimentado. Infelizmente, tenho andado uma desleixada e lido muito pouco, o que me preocupa. No entanto, quero aproveitar este Verão para ler alguns livros novos que tenho pendentes e reler outros que me são tão queridos.

Cliquem nas imagens acima para comprar directamente os livros na FNAC, e leiam abaixo a sinopse de cada um:

Não se Encontra o que se Procura, de Miguel Sousa Tavares:  “Nesta viagem fora do seu quarto, o autor transporta-nos ao seu mundo mediterrâneo, ao sul de Portugal, à Croácia, a Roma, à Sicília, ao Brasil e aos lugares da História por onde passaram figuras gigantes. No regresso a casa, explica a razão da sua escrita. A sós, com as palavras, viaja para dentro de si para partilhar aquilo que só os grandes contadores de histórias sabem fazer, seguindo o lema: “Viajar é olhar”.”

A Rapariga no Comboio, de Paula Hawkins: “Todos os dias, Rachel apanha o comboio… No caminho para o trabalho, ela observa sempre as mesmas casas durante a sua viagem. Numa das casas ela observa sempre o mesmo casal, ao qual ela atribui nomes e vidas imaginárias. Aos olhos de Rachel, o casal tem uma vida perfeita, quase igual à que ela perdeu recentemente. Até que um dia…Rachel assiste a algo errado com o casal… É uma imagem rápida, mas suficiente para a deixar perturbada. Não querendo guardar segredo do que viu, Rachel fala com a polícia. A partir daqui, ela torna-se parte integrante de uma sucessão vertiginosa de acontecimentos, afetando as vidas de todos os envolvidos.”

O Pavilhão Púrpura, de José Rodrigues dos Santos: “Pode uma ideia mudar o mundo? Nova Iorque, 1929. A bolsa entra em colapso, milhares de empresas fecham, milhões de pessoas vão para o desemprego. A crise instala-se no planeta. Salazar é o ministro das Finanças em Portugal e a forma como lida com a Grande Depressão granjeia-lhe crescentes apoios. Conta com Artur Teixeira para subir a chefe de governo, mas primeiro terá de neutralizar a ameaça fascista. O desemprego lança o Japão no desespero. Satake Fukui vê o seu país embarcar numa grande aventura militarista, a invasão da Manchúria, na mesma altura em que tem de escolher entre a bela Harumi e a doce Ren. Lian-hua escapa a Mao Tse-tung e vai para Peiping. É aí que a jovem chinesa e a sua família enfrentam as terríveis consequências da invasão japonesa da Manchúria. A crise mundial convence os bolcheviques de que o capitalismo acabou. Estaline intensifica as coletivizações na União Soviética e o preço, em mortes e fome, é pago por milhões de pessoas. Incluindo Nadezhda.”

Dominus, de Tom Fox: “O que significará a vinda deste estranho, e será que ela conduzirá ao fim dos dias? A catedral do Vaticano tem a sua lotação completamente esgotada, num dia em que o Papa Gregório XVII celebra uma missa. Um estranho encapuzado dirige-se rápida e temerariamente na direção do altar e ordena ao Papa, que depende de uma cadeira de rodas para se movimentar, que se erga. O Papa ergue-se.O milagre deixa o mundo siderado. Quem é este estranho?À medida que mais milagres têm lugar e que o Vaticano se recolhe e encerra as suas portas ao mundo por questões de segurança, a agente policial Gabriella Fierro e o jornalista Alexander Trecchio embarcam numa investigação perigosa para encontrar uma explicação que acalme uma nação que se encontra à beira da histeria.”

Ensaio Sobre a Cegueira, de Saramago: Um dos meus livros preferidos de todo o sempre, e que vale sempre a pena ler de novo – “Um homem fica cego, inexplicavelmente, quando se encontra no seu carro no meio do trânsito. A cegueira alastra como «um rastilho de pólvora». Uma cegueira coletiva”.

Divergente, de Veronica Roth: “Na Chicago distópica de Beatrice Prior, a sociedade está dividida em cinco fações, cada uma delas destinada a cultivar uma virtude específica: Cândidos (a sinceridade), Abnegados (o altruísmo), Intrépidos (a coragem), Cordiais (a amizade) e Eruditos (a inteligência). Numa cerimónia anual, todos os jovens de 16 anos devem decidir a fação a que irão pertencer para o resto das suas vidas. Para Beatrice, a escolha é entre ficar com a sua família… e ser quem realmente é. A sua decisão irá surpreender todos, inclusive a própria jovem. Durante o competitivo processo de iniciação que se segue, Beatrice decide mudar o nome para Tris e procura descobrir quem são os seus verdadeiros amigos, ao mesmo tempo que se enamora por um rapaz misterioso, que umas vezes a fascina e outras a enfurece. No entanto, Tris também tem um segredo, que nunca contou a ninguém porque poderia colocar a sua vida em perigo. Quando descobre um conflito que ameaça devastar a aparentemente perfeita sociedade em que vive, percebe que o seu segredo pode ser a chave para salvar aqueles que ama… ou acabar por destruí-la.”