Leerdammer

A minha mãe é Nortenha e o meu pai Alentejano. No meio disto tudo, foram conhecer-se em França onde ele foi professor dela numa altura em que os nossos avós tinham de ir para fora à procura de melhores condições de vida (engraçado porque, com base na situação actual do nosso país, certamente será uma história muito repetida daqui a uns anos).

Isto tudo para dizer que eu herdei o melhor de três mundo: comida no Norte, comida Alentejana e comida francesa. Ou seja, adoro comer e adoro… queijo!!! Acho que ainda não descobri nenhum queijo que não goste mas, desde pequenina, os meus pais sempre me deram o famoso “queijo dos buracos”. Nos últimos anos deixámos de o ter em casa mas sempre que vou a casa dos meus avós, lá mato as saudades deste queijo.

E agora recebi, da forma mais original possível, umas embalagens de Leerdammer. Mostrei-vos no Instagram e Facebook que me tocaram à campainha e, quando abri a porta, tinha um rapaz vestido de mordomo com uma bandeja onde estavam as embalagens do queijo e uma garrafa de vinho da Herdade do Esporão. Em cima, um postal com a mensagem: Qual é a tua combinação perfeita para o Outono?

Nem é preciso resposta, pelo menos para mim. Queijo, vinho tinto e pão (ou tostinhas integrais) são uma combinação que me fazem mais que feliz, até porque fico mais que satisfeita com um petisco destes em vez de um jantar demasiado composto, por exemplo.

Leerdammer

E foi precisamente isso que aconteceu assim que tive companhia aqui em casa: abrir o queijo, cortar pão e abrir a garrafa de vinho. E assim se deu um serão muito animado e toda a gente ficou a adorar o queijo que, tal como eu, não conheciam. E escusado será dizer que já o comi todo (não posso ter queijo em casa, e depois admiro-me de estar gorda).

Se tiverem ficado curiosos, poderão encontrar o Leerdammer em dois formatos Cunhas (250g: 2,99€) e fatias (160g: 1,99€). Se estiverem com dúvidas, basta referir que a Leerdammer pertence à Bel Portugal, que também detém  Limiano, Terra Nostra, A Vaca Que Ri e Boursin.