Formas de reduzir o plástico

A redução do plástico tem estado na ordem do dia. Uma Insta Story da Helena Magalhães inspirou-me a escrever sobre isto, sobretudo de forma a mentalizar-me para ser mais consciente das minhas escolhas e para ir trabalhando para me tornar um ser humano mais amigo do ambiente. Há várias formas de reduzir o plástico nas nossas vidas.

O plástico é um material presente em tantas coisas da nossa vida que nem nos apercebemos. As garrafas de água, as canetas, as palhinhas, os sacos das compras and so on. Tantas vezes em produtos descartáveis, que muita gente atira para o chão ou para o mar. Esse plástico não desaparece. Fica ali, sem se decompor. Os animais marinhos morrem feridos ou por ingestão do nosso plástico. É doloroso ver as imagens dos bichinhos enrolados em plásticos ou cheios dele no seu interior. E a culpa é nossa. É nossa porque preferimos o comodismo e o facilitismo. Mas é melhor tarde do que nunca, e é de extrema importância que cada um de nós comece a tomar medidas. Uma medida por dia, por semana ou por mês. Mas medida a medida vamos fazendo a diferença. No nosso lar e a influenciar quem nos rodeia.

Formas de reduzir o plástico nas nossas vidas

Sacos das compras: Os sacos de pano ou de ráfia são a melhor alternativa aos sacos de plástico. Duram muitos anos e são laváveis. Guarda sempre alguns no carro e um dentro da carteira. Dão muito jeito, acredita. E, no supermercado, para além de ajudares o ambiente, poupas na carteira.

Garrafas de vidro ou não descartáveis: Compram-se tantas garrafas de água que é uma loucura! É péssimo para o ambiente e um desperdício de dinheiro. Sempre que puderes, opta por uma garrafa de vidro. Pode ser mais pesada, mas é mais ecológica e não absorve cheiros. Para além do vidro, podes sempre optar por garrafas de plástico mas não descartáveis, como a Bobble (que tem um filtro para que possas beber a água de qualquer torneira).

Dizer não às palhinhas: Há um movimento a correr o mundo contra a utilização das palhinhas e, na verdade, nunca tinha pensado nisso. A verdade é que já não uso palhinhas a não ser que seja para beber mojitos e caipirinhas e é por um único motivo: não engolir os pedaços de lima. Ainda assim, vou arranjar “palhinhas” ecológicas porque há de de diversos materiais como bambu, inox e vidro.

Esquecer copos e pratos descartáveis: É uma medida difícil, sobretudo nas festas dos miúdos. Mas acho que quase todos nós temos imensa loiça em casa que quase nunca usamos. Porque não recorrer a ela nessas alturas? É um facto que os pratos e copos descartáveis não precisam de ser lavados e vão logo fora, mas o ambiente merece o nosso esforço. E se não tiverem loiça suficiente, peçam à sogra ou aos convidados para trazer.

Produtos a granel: Desde chás a frutos secos, há imensos produtos que podemos comprar a granel, evitando a utilização dos sacos de plástico individual (sim, se levarem o vosso saquinho ou tupperware de casa). O Jumbo e o Continente, por exemplo, têm secções de produtos a granel com imensa variedade (e, muitas vezes, até mais em conta).

Fósforos em vez de isqueiros: Faziam ideia que os isqueiros são um produto que demora imenso tempo a decompor-se? Toca a trocar os isqueiros pelos fósforos!

Bye bye pastilhas elásticas: Dizem que as pastilhas elásticas são impossíveis de reciclar (whaaaaatttt??). Isso é um incentivo suficiente para reduzir significativamente o consumo de pastilhas. Vai-me me custar, mas vou tentar.

Copos menstruais: Na altura da menstruação, há quem use tampões e há quem use pensos, mas já há alternativas ecológicas – os copos menstruais. São feitos a partir de material cirúrgico e estão disponíveis em vários tamanhos. As pessoas que conheço e que usam têm falado maravilhas deles, o que me deixou com vontade de testar e ver se me adapto.

Estas são apenas oito das variadíssimas formas de reduzir o plástico nas nossas vidas. Já pões em prática alguma delas? Se sim, quais? E qual a que jamais serias capaz de aderir?