Custou… mas foi! Parece que me estou a habituar finalmente a ter uma vida mais saudável e uma das grandes diferenças foi, como não poderia deixar de ser, a alimentação. Deixei de lado as massas, o arroz e o pão (salvo 1 ou 2 vez por semana e em versão integral), tentando cortar ao máximo com os hidratos de carbono. Também deixei os fritos, panados e salgados, tal como os refrigerantes. 
Não posso dizer que seja fácil, embora haja dias mais difíceis de passar do que outros, mas também não é a pior coisa do mundo. Tenho lido vários artigos na net e tirado ideias de vários Instagrams saudáveis que vou seguindo e, até agora, ainda não passei fome. 
Comecei a levar uma lancheira mais preenchida para o trabalho, que engloba o pequeno-almoço, lanche da manhã, almoço e lanche da tarde, o que me ajuda a estar sempre com as refeições controladas e, consequentemente, a não ter fome. 
O pequeno-almoço deixou de ser pão e passou a ser ovos mexidos ou 2 iogurtes com aveia, linhaça, chia e canela. O almoço passou a ter muita salada e grelhados (carne e peixe), ou quiche (sem massa, apenas com cogumelos, cenoura, cebola, curgete, ovo e coentros).
Os lanches incluem maçãs, queijo fresco ou requeijão com fatias de fiambre de frango/perú e nozes ou avelãs. 
E, embora seja mais complicado gerir a situação quando se vai comer fora, até tenho conseguido aguentar-me bem… É inevitável ter-se um deslize ou dois, até porque ninguém se pode reprimir a 100% sob pena de não aguentar e deitar tudo a perder. 
Há ocasiões que merecem que se abra a excepção mas o que interessa mesmo é não desistir por causa de “um pecado” e tentar redimir a seguir. Ou, se já se sabe que se vai ter um jantar de amigos em que vão entrar calorias a mais, pode-se sempre fazer um dia mais saudável com menos calorias. 
E pronto, devagarinho caminho para aquilo a que me proponho, felicíssima da vida por não andar a passar fome e começar a habituar-me a fazer escolhas mais saudáveis que não são, de todo, menos saborosas. 
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