As minhas resoluções para 2018

2017 não foi um ano brilhante para estes lados. A nível emocional, foi um desafio constante, que me tentou ensinar mais sobre resiliência. Foi intenso. Teve muitas coisas boas. Mas também teve momentos maus. Como tudo na vida, aliás. Foi, sem dúvida, um ano de aprendizagens.

2018 terá de ser melhor. Pelo menos naquilo que depender de mim. E, como acontece todos os anos, cá estou eu a escrever as minhas resoluções para 2018.

Investir nos meus sonhos profissionais

O sucesso não cai do céu. É preciso investir naquilo que queremos, com muito empenho, esforço e dedicação, para garantir que conseguimos atingir o sucesso. Em 2018 não peço milagres. Peço apenas força e criatividade para me reinventar, arriscar e catapultar os projectos profissionais que tenho prestes a surgir, para que sejam o melhor que podem ser.

Não me anular

Conheço muitas pessoas que se anulam em prole de outras de quem gostam muito. Eu sou um desses casos. Sem me querer fazer de vítima, mas é algo que, ao longo dos últimos 28 anos, nunca deu frutos. Bem pelo contrário, anular-me para fazer os outros felizes não me faz a mim feliz – frustra-me. E deixa os outros a pensar que está tudo bem, quando não está. Anularmo-nos é algo que muitos de nós fazemos constantemente, e que está errado. Seja em que tipo de relação for, duas pessoas devem ajustar-se e encontrar um meio termo em que ambas se sintam confortáveis. Jamais deve uma pessoa sujeitar-se, na totalidade, aos desejos das outras.

Devia ter aprendido esta lição há muito tempo, e os meus amigos bem que me tentaram avisar, mas é o tempo e a experiência que nos vai ensinando a crescer às nossas próprias custas. E ainda bem.

Em 2018 vou trabalhar para isso mesmo – para que nenhum chefe, amigo ou namorado me volte a tentar anular… e a conseguir. Este será o ano onde vou trabalhar diariamente para me colocar a mim em primeiro lugar, porque não há mais ninguém que o faça. E se não nos colocarmos no topo, vamos deixar que qualquer pessoa nos pise e pareça mais importante do que nós próprios.

Parar de arranjar desculpas

Não são resoluções fáceis, eu sei. E estão todas interligadas. Dou por mim, frequentemente, a arranjar desculpas para as atitudes dos outros, e para as minhas. Mas isso cansa. Há pessoas e situações que não merecem desculpa. Há erros imperdoáveis. E está tudo bem em aceitá-lo. Há que analisar as situações uma a uma e decidir, com a razão, se vale a pena continuar a aceitar desculpas e migalhas. E, quanto a mim, também tenho de parar de dar desculpas para adiar decisões que têm de ser tomadas para o meu bem-estar físico e emocional.

Viajar

Uma das resoluções que quero ver cumpridas – e para a qual vou trabalhar todos os meses – é viajar. Quando saio da minha rotina e dou por mim a conhecer novas realidades, sabe (e faz) tão bem. Tenho tanto para explorar, dentro e fora de Portugal, que o problema é decidir por onde começar. Seja como for, fica a promessa – viajar muito, neste e nos próximos anos.

Bs Road To Fit

A jornada para uma vida saudável é um clássico das resoluções de ano novo. E eu não sou excepção. É um facto que tenho vindo a melhorar bastante desde a operação, e que estou inclusive abaixo do peso que tinha quando fui operada. Ainda assim, ainda estou a 4 quilos do meu objectivo na balança, e longe de estar tão definida quanto gostaria. Claro que não há milagres – sem ginásio ou qualquer actividade física, até pode ser fácil emagrecer, mas o corpo fica flácido e com necessidade de outros estímulos.

Em 2018 preciso de trabalhar na minha motivação e de “parar de arranjar desculpas” para a minha preguiça. Se preciso de um corpo mais forte, tenho de trabalhar por isso.

Investir na formação

Sou daquelas pessoas que adora estudar e aprender coisas novas, sobretudo relacionadas com a minha área. Há vários cursos de marketing digital e das suas várias especificidades online, gratuitos, em português e inglês, e pretendo concluir vários deles já no início do ano. Já para não falar na possibilidade de fazer uma nova pós-graduação se o tempo, e dinheiro, o permitirem.

Estas são as minhas resoluções. E as vossas, quais são? Temos algumas em comum?